Data altos citas

altos ni veles de congestión en el gate (puerta de entrada), ocasionando demoras y altos tiempos de espera a los usuarios transportist as, y a su vez, i neficiencias en l a operación de las term ... Above terrestrial ecosystems, atmospheric del citas rapidas Luhua can vary largely due to photosynthetic fractionation. Photosynthetic processes prefer the uptake of the lighter isotope 12C in CO2thereby enriching the atmosphere in 13C and depleting the ecosystem carbon. At night, when ecosystem respiratory fluxes are dominant, 13C-depleted CO2 ... En cuestión de minutos tendremos listos para usted maquinas virtuales o data center virtuales con la ultima tecnología tales como, discos de estado solido, alta disponibilidad, ancho de banda ilimitado, seguridad y mucho mas. Todo en modo de pago por consumo o contratos a largo plazo. Todo el licenciamiento se hace a través de nuestro acuerdo con los proveedores por lo que usted solo paga ... 20-dic-2016 - Explora el tablero 'Citas big data open data' de Lourdes Muñoz, que 201 personas siguen en Pinterest. Ver más ideas sobre Citas, Datos abiertos, Definicion de empresa. Clase alta que data clase baja. Top 10 de sitios de citas. Esta saliendo en la oscuridad volviendo. Solo derbyshire citas. Citas de ravers solteros. Guía para salir con un introvertido. Sitios de citas en arizona. Sitios de citas cristianas gratis en gauteng. Estamos saliendo, le gusto. Padres solteros citas snl data skit 2019 web opiniones ... Las citas ‘online’ están cambiando la manera en que se relacionan los seres humanos. De acuerdo con el Centro Nacional de Consultoría, un 60 % de la Lo más nuevo Portal web de citas para altos ejecutivos y profesionales llega a Colombia

E SE Olyvar Frey for realmente o protegido de Rosby?

2020.07.23 03:33 HoBaLoy E SE Olyvar Frey for realmente o protegido de Rosby?

Por conta de uma sugestão, mais uma vez de u/altovaliriano e de um tema já muito comentado pela fandom com teorias a respeito, resolvi discorrer um pouco sobre essa possibilidade.
Sabemos da morte de Lord Gyles Rosby em AFFC e sabemos também que Rosby era um local próspero e que Lord Gyles deixara uma polpuda fortuna como herança. Não a toa, apesar de sua aparente e frequente tentativa de sempre agradar a Rainha Cersei, ele fora nomeado como Mestre da Moeda em AFFC.
Para apoiar esta teoria comecemos com a genealogia.
Em um capítulo de Catelyn em Correrrio de ASOS ficamos sabendo que a sexta esposa de Walder Frey é uma Rosby, mais precisamente Bethany Rosby em menção direta feita por Lothar Frey:
– É muita gentileza, Vossa Graça. Uma vez esses termos aceitos, fui instruído para oferecer ao Lorde Tully a mão de minha irmã, a Senhora Roslin, uma donzela de dezesseis anos. Roslin é a filha mais nova de meu pai e da Senhora Bethany da Casa Rosby, sua sexta esposa. Tem um temperamento afável e um dom para a música.
O parentesco específico de Bethany com Lord Gyles não é mencionado.
O filhos de Bethany com Walder Frey mencionados no final de ASOS, são Perwyn, Benfrey, Willamen, Olyvar e Roslin
Perwyn, o mais velho, era um dos Frey presentes no cerco de Correrrio, Benfrey foi uma das baixas dos Frey no Casamento Vermelho, Willamen é um meistre a serviço da Casa Hunter, Roslin, como sabemos, casara com Edmure Tully.
Olyvar Frey nascera em 281 AC, ou seja, quando do acontecimento do Casamento Vermelho teria 18 anos, já um homem feito, inclusive era mais velho que Robb Stark.
Também em ASOS Robb menciona Olyvar Frey:
– Insultou gravemente a Casa Frey, Robb.
– Não era essa a minha intenção. Sor Stevron morreu por mim, e Olyvar foi um escudeiro tão leal como qualquer rei pode desejar. Pediu para ficar comigo, mas Sor Ryman levou-o comos outros. Todasas suas forças. Grande-Jon incitou-me a atacá-los...
Posteriormente em ASOS também é mencionado que Olyvar não estaria presente ao Casamento de Roslin com Edmure por conta do dever:
Sor Ryman Frey piscou e disse:
– Senhor. Sim?
– Tinha a esperança de pedir a Olyvar para me servir como escudeiro quando marchássemos para o norte – disse Robb –, mas não o vejo aqui. Estará no outro banquete?
– Olyvar? – Sor Ryman balançou a cabeça. – Não. Olyvar não. Partiu... partiu dos castelos. Dever
O que podemos especular com tal menção a dever? Fora apenas uma mentira para que Olyvar não estivesse presente em algo que não aprovava ou ele tivera que partir realmente para lutabarganhar por algo?
Falyse Stokeworth em AFFC menciona a existência do protegido de Lord Gyles quando este já estava mal de saúde e passara por Rosby a caminho de Porto Real.
– Desconfortável – lamentou-se Falyse. – Choveu quase o dia todo. Pensávamos em passar a noite em Rosby, mas aquele jovem protegido de Lorde Gyles nos recusou hospitalidade – fungou. – Guarde minhas palavras. Quando Gyles morrer, aquele desgraçado malnascido há de fugir com o seu ouro. Até pode tentar exigir as terras e a senhoria, embora legitimamente Rosby deva passar para as nossas mãos quando Gyles falecer. A senhora minha mãe era tia de sua segunda esposa, prima terceira do próprio Gyles.
Trata-se de uma passagem interessante. Por que o protegido de Rosby negaria hospitalidade à Falyse Stokeworth? Será que tinha rejeição a Casa Stokeworth por seu apoio incondicional à causa Lannister ou era apenas por conta dessa suposta alegação de Falyse de que por eles Rosby deveria ser herdada?
Em capítulos de Cersei quando conversava com o Grande Meistre Pycelle em AFFC mais uma vez existe a menção ao protegido de Gyles Rosby
– Não há filhos de sua semente, mas há um protegido... – ... que não é do seu sangue – Cersei ignorou aquele aborrecimento com um golpe de mão. – Gyles conhecia nossa terrível necessidade de ouro. Sem dúvida que lhe falou do desejo que tinha de deixar todas as suas terras e fortuna a Tommen – o ouro de Rosby ajudaria a refrescar seus cofres, e as terras e o castelo de Rosby podiam ser outorgados a um dos seus como recompensa por serviços leais. Lorde Waters, talvez. Aurane tinha andado sugerindo a necessidade que sentia de uma propriedade, sua senhoria não passava de uma honraria vazia sem propriedades. Cersei sabia que o homem tinha os olhos postos em Pedra do Dragão, mas mirava alto demais. Rosby seria mais adequado ao seu nascimento e estatuto.\*
(...)
– Lorde Gyles adorava Vossa Graça de todo o coração – Pycelle disse –, mas... seu protegido... – ... sem dúvida irá compreender, depois de ouvir você falar do desejo expresso por Lorde Gyles ao morrer. Vá, e cuide do assunto.*
Por fim, existem as menções já na regência de Kevan Lannister (no Epílogo de ADWD) sobre a herança de Rosby:
– Em breve, espero – disse, em vez disso, antes de se virar para o Grande Meistre Pycelle.
– Há mais alguma coisa? O Grande Meistre consultou seus papéis.
– Devíamos endereçar a herança de Rosby. Seis petições foram colocadas...
– Podemos tratar de Rosby em alguma data futura. O que mais?
De qualquer forma o que se percebe pelas passagens transcritas é que o protegido de Rosby já estava com controle de Rosby, inclusive negando hospitalidade a Falyse Stokeworth já em AFFC.
Como pontos desfavoráveis, também percebidos nas passagens supracitadas temos Falyse mencionando que era ele era baixo nascimento, o que poderia indicar que não teria qualquer sangue de qualquer casa nobre e Cersei Lannister dizendo que o protegido “não era de seu sangue”.
Mesmo assim, a Casa Frey aparentemente é uma casa que possui reputação duvidosa entre a nobreza, isso poderia suprir o comentário de Falyse Stokeworth. Já o comentário de Cersei poderia indicar simplesmente que o protegido não teria sangue em via direta de Gyles Rosby.
Favoravelmente a tal teoria podemos mencionar que os Frey tradicionalmente enviaram protegidos para serem criados com parentes de outras casas. Entre os casos mencionados nos livros cita-se o caso de Merrett Frey que fora enviado para servir de pajem e escudeiro de Sumner Crakehall (que tinha parentesco com Amarei Crakehall, terceira esposa de Walder Frey) e Geremy Frey, casado com Carolei Waynwood enviara um filho e uma filha para serem protegidos da Casa Waynwood.
Seria algo interessante que, embora os Freys tenham assassinado Robb Stark, sua mãe e companheiros, Olyvar poderia demonstrar que nem todos os Freys precisam ser traiçoeiros.
Por fim, partindo da possibilidade e probabilidade de Olyvar Frey ser o protegido de Rosby, e já estar controlando o local, quais seriam as consequências disto nos próximos livros? Lembremos que Rosby fica em um dos caminhos a Porto Real.
Os Nortenhos, os Stark sobreviventes e eventuais lordes rebeldes das Terras Fluviais, poderiam ter um local de segurança nas Terras da Coroa?
E a Senhora Coração de Pedra em relação a este Frey especificamente? Lembremos que Catelyn Stark o menciona em tom de lealdade e antes de morrer também chega a conclusão da traição no Casamento Vermelho por conta de sua ausência.
Existe alguma comunicação entre o protegido de Rosby e outros lordes no sentido de jurar lealdade a um ou outro, tanto em regiões quanto à pretendentes do Trono de Ferro?
O que acham de tal teoria e o que especulam que se ela for confirmada possa gerar?
submitted by HoBaLoy to Valiria [link] [comments]


2020.02.06 15:56 outra_pessoa Valor Econômico: Milhões de processos estão parados à espera de decisões do Supremo e STJ

Com atual ritmo de julgamento, STF levaria quase dez anos para acabar com acervo
Mais de 2,3 milhões de ações estão paradas em todo o país à espera de decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) ou do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A quantidade é pequena em relação ao volume total de processos estimado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ): cerca de 80 milhões. Porém, essas teses podem ficar um bom tempo sem uma definição. Cálculos apontam que, sem sessões suficientes, o STF levaria hoje quase uma década para liquidar os recursos em repercussão geral. A sistemática adotada pelos tribunais superiores, segundo especialistas, não é ruim. O problema, afirmam, é o tempo entre a data de afetação dos recursos repetitivos ou em repercussão geral e a conclusão do julgamento. O Supremo, por exemplo, já recebeu 1.078 pedidos de reconhecimento de repercussão geral. Destes, aceitou 728, dos quais 311 ainda aguardam julgamento. A repercussão geral surgiu com a Emenda Constitucional nº 45, de 2004, e foi implementada em 2007. Os julgamentos fixam teses que devem ser aplicadas pelas instâncias inferiores - daí o sobrestamento. O mecanismo só se aplica a questões constitucionais com relevância social, política, econômica ou jurídica, que extrapolem o interesse das partes no caso concreto. Não há, porém, sessões plenárias suficientes para dar conta de tantas teses. No ano passado, por exemplo, foram julgadas 31 repercussões gerais. Se for usado esse número como média anual, chega-se a dez anos para os ministros darem fim ao estoque - sem levar em conta os processos que vão surgir ao longo dos próximos anos. Há ainda um “complicador”: o Supremo só decide sobre a modulação dos efeitos das suas decisões - a data em que passam a ter validade - se for provocado por uma das partes, por meio de embargos de declaração. “Seria interessante que no dia do julgamento do mérito, o relator e os outros ministros já decidissem sobre eventual modulação. Porque pode mudar muita coisa e tem tribunais que optam por esperar a decisão final para dar andamento aos seus processos”, diz o juiz Rodrigo de Godoy Mendes, que atua no Núcleo de Gerenciamento de Precedentes do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região. Um dos temas de maior impacto no tribunal, afirma o magistrado, é o que trata sobre a exclusão do ICMS do cálculo do PIS e da Cofins. Os ministros decidiram, em março de 2017, que o imposto estadual deveria ser retirado da conta. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) apresentou embargos em outubro daquele ano e desde lá não há uma decisão dos ministros. Há previsão de julgamento para o dia 1º de abril (RE 574.706). Se confirmado, a conclusão terá ocorrido quase 12 anos após ter sido reconhecida a repercussão geral do assunto pelos ministros. “Esse é um tema complicadíssimo para todos os tribunais. Nós aqui estamos tocando, liberando os processos. Mas ainda temos 200 sobrestados”, diz o juiz. Isso ocorre, acrescenta, quando há muitos casos represados. Mesmo com a liberação, demora para esgotar todo o estoque. No TRF da 1ª Região, são 30 mil processos parados em razão dos julgamentos do STJ e do STF. O maior acervo, de 7,68 mil ações, trata de desaposentação (recálculo de aposentadoria). Esse tema já foi julgado pelos ministros do Supremo, mas também depende da decisão sobre os embargos. Há previsão para ser julgado hoje (RE 661.256). Os ministros vão decidir se aqueles que foram beneficiados por decisões judiciais devem devolver diferenças recebidas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O Núcleo de Gerenciamento de Precedentes do TRF divulga boletins semanais com os temas afetados e julgamentos concluídos pelos tribunais superiores. Cabe aos magistrados organizarem os seus acervos. Não há, portanto, uma regra imposta sobre quando e como os processos devem voltar a tramitar. Há diferenças também de um tribunal para o outro. Tem locais que optam por dar andamento aos processos assim que a decisão é proferida pelos ministros dos tribunais superiores. Outros preferem esperar a publicação do acórdão e há situações ainda em que os processos só são destravados depois do trânsito em julgado (ou seja, quando as partes não podem mais apresentar recurso contra a decisão). No Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o maior do país, quase um terço do acervo está sobrestado. Dos 856.235 processos que aguardam julgamento, 313.130 estão parados esperando decisões do STJ e STF. Na seção de direito privado, o tema que reúne mais casos sobrestados são os de expurgos inflacionários, segundo a juíza Karina Ferraro Amarante Innocencio, assessora da presidência. “Sempre que o processo fica paralisado, o maior prejuízo é para as partes”, afirma Karina. Mas ela considera que o bônus vem na hora da definição da tese, que leva à uniformização dos julgamentos no país e, consequentemente, à segurança jurídica. Os processos com repercussão geral reconhecida deveriam ser julgados em um ano. Essa é a previsão do Código de Processo Civil de 2015. A lei chegou a prever que, se não fosse cumprido o prazo, os processos seriam liberados. Porém, esse dispositivo foi revogado pela Lei nº 13.256, de 2016. Não é possível estimar quanto tempo uma repercussão geral demora para ser julgada no STF, segundo a professora Maria Cecília de Araújo Asperti, da FGV São Paulo. Ela cita como exemplo uma das mais antigas, sobre fornecimento de medicamento de alto custo (RE 566471). O tema chegou ao STF em 2007 e a repercussão geral foi reconhecida no mesmo ano. O julgamento está previsto para ser retomado em março, 13 anos depois. Para a professora, não é claro em qual momento acaba o sobrestamento - se após o julgamento do mérito ou o trânsito em julgado. “Isso afeta a dinâmica dos tribunais”, afirma, acrescentando que muitos acabam aguardando orientações dos tribunais superiores para liberar os processos. O fato de um processo estar sobrestado não significa que vai tramitar mais devagar, diz o conselheiro do CNJ Marcus Vinícius Jardim, que coordena o Comitê Gestor dos Cadastros Nacionais do CNJ - um deles é o Banco Nacional de Demandas Repetitivas. “Imagine se um mesmo desembargador tivesse que julgar individualmente todos os processos com o mesmo objeto”, afirma.
submitted by outra_pessoa to direito [link] [comments]


2019.04.08 12:29 NoMeVoyMeQuedo Por qué los barrios pobres no van a votar: la abstención en las zonas más excluidas duplica a la de las más ricas

El barrio sevillano de 'las 3.000 Viviendas', uno de los más empobrecidos de España, fue el que más se abstuvo en las elecciones generales de 2016. Los que más participaron fueron los vecinos del acomodado barrio del Pla del Remei, en Valencia "Es un pez que se muerde la cola: como no votan, los políticos no se interesan por ellos, ellos no se sienten escuchados y vuelven a abstenerse en las siguientes elecciones", explica el investigador Manuel Trujillo BUSCADOR Busca entre las 16 mayores ciudades españolas y comprueba cuál es la renta media del barrio y cuántos votantes se abstuvieron en 2016 Raúl Sánchez 07/04/2019 - 21:37h Compartir en Facebook Compartir en Twitter Norte y sur, este y oeste, centro y periferia o costa e interior pueden marcar las fronteras invisibles de una ciudad. Muchas veces, esos límites no solo señalan las desigualdades económicas sino también políticas. Vivir en un barrio rico o pobre influye de manera determinante en las probabilidades de que una persona acuda a votar a su colegio electoral o se quede en casa en unas elecciones generales.
Por ejemplo, una brecha de casi 90.000 euros de ingresos por hogar separa al barrio de 'las 3.000 Viviendas' en Sevilla, el segundo más empobrecido de España, y El Viso en Madrid, el más rico. La desigualdad económica también se convierte en desigualdad electoral: en el primero, el 55% de los residentes no acudieron a votar en las elecciones generales de 2016; en el segundo, el 18%.
¿Una casualidad? Los datos analizados por eldiario.es muestran que los barrios con menos renta se abstuvieron el doble en las elecciones generales de 2016 que las zonas más acomodadas en las 16 mayores ciudades españolas. Mientras que la abstención alcanzó el 42% en los barrios con una renta media por debajo de los 20.000 euros, solo el 20% de los residentes de las zonas con ingresos superiores a los 50.000 euros renunciaron a votar.
Este es el resultado del análisis de eldiario.es de los datos del proyecto estadístico Urban Audit, publicados por el Instituto Nacional de Estadística, y los resultados electorales de las elecciones generales del 26J. Ver metodología
"Esto no es nuevo, siempre ha habido agujeros negros electorales que han sido los barrios más pobres", explica Braulio Gómez, doctor en Ciencia Política de la Universidad de Deusto y autor de varios trabajos sobre la relación entre abstención y renta. "Si en tu casa no tienes la nevera en condiciones para mantener tu vida cotidiana, es más difícil que tengas ese tiempo para buscar información política", comenta Gómez.
La tendencia se repite en los 16 municipios más poblados de España: cuanto más pobre es el barrio, más se abstuvieron sus residentes en las elecciones generales de 2016. Sin embargo, este fenómeno se agrava en las ciudades con mayor brecha entre barrios humildes y zonas acomodadas. Es decir, áreas metropolitanas más desiguales.
Pero, ¿por qué los residentes de barrios como El Raval (Barcelona), San Cristóbal (Madrid), Los Pajaritos (Sevilla) o Palma-Palmilla (Málaga) acuden menos a votar? Los expertos lo achacan a un alejamiento total de la política y una sensación de exclusión por su situación económica.
"Es un tipo de cultura que es lejana a ellos, que no les representa no participan porque no es su juego político", argumenta Miguel Alhambra, sociólogo de la Universidad Complutense de Madrid y autor de un estudio académico sobre desigualdad social y abstención electoral en Madrid y Barcelona. "Es un efecto de la propia desigualdad: si para tener voz y voto tienes que tener capital cultural, al final te callas", comenta.
'Las 3.000 Viviendas' y la zona de Juan XXIII en Alicante son los barrios que más se callaron en las elecciones del 26J. Alrededor de la mitad de los residentes decidieron no ejercer su derecho al voto en 2016. "Aunque realmente digamos que no hace falta gran cosa (para votar), coger tu DNI y acercarte al colegio electoral, algo que nos parece sencillo, no lo es para muchas personas", explica la doctora en psicología social Cristina Cuenca.
Para Cuenca, es complicado decir "que vaya a votar" a una persona que esté en "una situación de desempleo cronificado, una familia afectada porque el padre o la madre tenga un problema de adicción o una persona sin hogar".
Pero, ¿cómo y a qué partidos votan los barrios de renta más bajas y mayores problemas derivados de esta desigualdad? Para comprobarlo, analizamos los datos de 509 barrios de las mayores ciudades españolas.
Fuente: Urban Audit, INE, Ministerio de InteriorMade with Flourish
Los investigadores alertan de las consecuencias políticas de la segregación entre barrios humildes de baja participación y zonas acomodadas con alta participación. "Es un pez que se muerde la cola: como no votan, los políticos no se interesan por ellos, ellos no se sienten escuchados y vuelven a abstenerse en las siguientes elecciones", argumenta Manuel Trujillo, investigador del Instituto de Estudios Sociales del CSIC.
Precisamente, el estudio Urnas Vacías en los suburbios de las ciudades, realizado por Trujillo y Braulio Gómez para el Observatorio Social de La Caixa, identificó una correlación "altísima" entre vivir en una zona caracterizada por la carencia de todo tipo de recursos y la abstención electoral en las municipales de 2015.
"A nivel electoral, cuando se agudiza este fenómeno, la izquierda pierde muchísimos votos", afirma Trujillo, que pone como ejemplo las pasadas elecciones autonómicas en Andalucía. Tal y como publicó eldiario.es, la abstención se disparó el 2D en los barrios más pobres de Sevilla, Málaga y Córdoba, donde Podemos y sobre todo el PSOE tenían más poder electoral.
Los datos de las generales del 26J, en 2016, también señalan esta tendencia: los partidos de izquierda son mucho más fuertes en los suburbios de las grandes ciudades y las candidaturas de derecha consiguen más votos en las zonas más ricas. Un voto de clase que se agudiza en los extremos: la izquierda promedia el 67% de las papeletas en los barrios que ingresan menos de 20.000 euros y la derecha se lleva el 74% de los sufragios en las zonas con una renta media superior a los 50.000 euros por hogar.
Manuel Buñuel, politólogo e investigador de la relación entre abstención y renta en la ciudad de Sevilla, asegura que existe una sensación en las zonas más marginadas de que la clase política solo va a esos barrios durante la campaña electoral y que después están "cuatro años sin aparecer". "Se ha luchado tanto tiempo para que el voto se ampliara a más capas de la población y los que más lucharon por ampliarlo son los que más se abstienen actualmente", reflexiona Buñuel.
Un fenómeno que apenas ha variado con el surgimiento de formaciones políticas como Podemos o Ciudadanos, según concluye el estudio Urnas Vacías. "Esto genera una concentración de poder político: si los ricos siempre votan, tendrán más poder en sus manos para que se tengan en cuenta sus intereses", explica el investigador Braulio Gómez.
La renta media de los diez barrios que más se abstuvieron en las generales de 2016 era de 19.000 euros por hogar. Entre los diez que más participaron, la cifra sube hasta los 68.000. Para Manuel Trujillo, "esto se acaba convirtiendo en un déficit democrático porque hay cierta población que no se siente representada y que no acaba siendo escuchada".
Más de una treintena de barrios de las grandes áreas urbanas registraron porcentajes de abstención por encima del 40% de los residentes en 2016. Si resides en alguna de las 16 mayores ciudades españolas, puedes buscar tu barrio.
BUSCADOR: ¿cuántos vecinos se abstuvieron en cada barrio en las elecciones del 26J? Busca un municipio o barrio y descubre el porcentaje de abstención o a qué candidaturas votaron los barrios más pobres y ricos. Solo se incluyen 509 barrios de las 16 ciudades más pobladas
Flourish logoA Flourish data visualisation Fuente: Urban Audit, INE, Ministerio del Interior
Para contextualizar la desigualdad política de las ciudades españolas, analizamos los datos de abstención y renta media en los barrios que representan el 20% más rico y el 20% más pobre de diez de las mayores áreas urbanas en España. Haz click en alguna de las siguientes ciudades para leer cada apartado.
Barcelona Gijón Bilbao Sevilla Las Palmas de G.C. Madrid Valencia Córdoba Zaragoza Vigo 1. La segregación económica de Barcelona
Tres factores unen a los barrios de El Raval, El Besòs, el Maresme y Nou Barris. Son los barrios que más se abstienen, más empobrecidos y con mayor población extranjera de Barcelona. Frente a ellos, el distrito de Sarrià-Sant Gervasi agrupa las zonas de mayor renta, menor abstención y más población nativa.
Una segregación económica, racial y social que divide a Barcelona entre la ciudad de Convergencia y PP frente a la de En Comú y el PSOE.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
CDC
En Comú
PP
PSOE
Cs
ERC 20% más pobre
AbstenciónRenta media41,1%24.410€ 20% más rico
AbstenciónRenta media28,3%55.712€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Las Mil Quinientas viviendas de Gijón
En 1953, el Instituto Nacional de la Vivienda recibe el encargo de realizar un proyecto para alojar a los obreros que procedían del ámbito rural de Gijón en el Pumarín. Así es como se desarrollaron las Mil Quinientas viviendas que transformaron el barrio en una zona obrera. Todavía hoy, el Pumarín es la segunda zona más pobre de Gijón (23.591€) y en la que más se abstuvieron sus votantes (33,7%).
La zona residencial de urbanizaciones de Las Mestas es la más rica y también la que más participación registró en las elecciones del 26J.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media34,3%22.895€ 20% más rico
AbstenciónRenta media27,5%35.186€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Vivir al lado del Guggenheim en Bilbao
Más de 20.000 euros conforman la brecha entre Abando, el distrito más rico y que más participa de la ciudad de Bilbao, y el resto de zonas de la ciudad. "En Bilbao hay una alta desigualdad pero no llega a los niveles que se llegan en Sevilla, Málaga o Badajoz aunque dentro de Euskadi sí que llama la atención", afirma Braulio Gómez, doctor en Ciencia Política de la Universidad de Deusto.
La desigualdad de Bilbao se manifiesta entre los que viven al lado del Guggenheim, que apenas se abstienen y votan principalmente a PP y PNV, y la zona sur de Errekalde, la más pobre donde Unidos Podemos fue el más votado en 2016.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PNV
PP
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media35,7%27.304€ 20% más rico
AbstenciónRenta media27,2%48.514€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Urnas vacías en 'las 3.000 Viviendas'
La abstención consiguió la mayoría absoluta en 'las 3.000 Viviendas' de Sevilla en las elecciones generales de 2016. El 55% de los votantes decidió abstenerse en un barrio en el que PSOE y UP se llevan el casi el 80% de los votos. Frente a ellos, menos del 20% de los votantes se abstuvieron en el barrio más rico de Sevilla, Santa Clara, donde PP y Cs son opciones mayoritarias.
"Si lo que se lleva al debate es lo que opina un votante de los Remedios o de Triana, no se van a tener en cuenta los problemas de las 3.000 Viviendas", afirma el politólogo Manuel Buñuel.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PSOE
PP
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media40,9%17.648€ 20% más rico
AbstenciónRenta media20,3%42.911€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Las barriadas de Las Palmas, carne de abstención
La brecha económica entre el barrio que más se abstuvo en las elecciones de 2016, las barriadas de la Vega de San José, y el que más participó, la céntrica zona de Arenales-Lugo, es de casi 20.000 euros por hogar. Una diferencia que señala la desigualdad entre el centro histórico construido alrededor del Puerto de Las Palmas y las barriadas periféricas del sur, asentadas en pendiente sobre la ladera de la montaña.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media40,2%21.281€ 20% más rico
AbstenciónRenta media30,7%38.264€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Madrid, una brecha de norte a sur
La capital madrileña presenta los mayores índices de desigualdad de las grandes ciudades españolas, una brecha que se dibuja de sur a norte. Los barrios más pobres del sur, como San Cristóbal (Villaverde) o San Diego (Puente de Vallecas), se abstienen casi el triple que las lujosas zonas más ricas del norte como El Viso (Chamartín) o Piovera (Hortaleza).
Un mapa que dibuja los feudos del PP que siempre votan en las generales frente a los dominios abstencionistas de Unidos Podemos y el PSOE.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP
Cs 20% más pobre
AbstenciónRenta media34,2%24.541€ 20% más rico
AbstenciónRenta media18,6%66.586€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Centro frente a periferia en Valencia
Los residentes del lujoso barrio de El Pla del Remei, en el centro de Valencia, fueron los más entusiastas de las elecciones del 26J. Con solo un 14% de abstención, es el barrio que más participó de las grandes ciudades españolas. Casualmente, es el más rico de la capital y la zona en la que el PP consiguió más porcentaje de voto (61%).
Los mayores índices de abstención se concentran en los barrios pobres de las zonas periféricas como En Corts, El Grau o Tres Forques - La Fontsanta.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
Pod. - Comp. 20% más pobre
AbstenciónRenta media28,4%23.640€ 20% más rico
AbstenciónRenta media19,0%39.736€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. El sur obrero se abstiene en Córdoba
Más de la mitad del suelo en el barrio de El Naranjo-Brillante, el más rico de Córdoba, está destinado a urbanizaciones, chalets y viviendas unifamiliares. En el Sector Sur, el más pobre de la capital de provincia, las zonas industriales y comerciales acaparan la mitad del suelo, según los datos del INE.
Casi 20 puntos separan los niveles de abstención de ambos barrios en las generales de 2016.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP 20% más pobre
AbstenciónRenta media39,4%19.254€ 20% más rico
AbstenciónRenta media21,3%39.228€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. La frontera invisible de Zaragoza
Apenas 3 kilómetros separan las urbanizaciones con piscina de Casablanca, en Zaragoza, con el barrio obrero de Delicias. Aunque no tienen una frontera física, sí existe una simbólica que los separa: los hogares de Casablanca ingresan 30.000 euros más y se abstienen casi la mitad que sus vecinos de Delicias.
Una brecha que se traslada a la perspectiva de voto de los principales partidos. PP y Ciudadanos son mayoría en Casablanca, el barrio más rico de la capital aragonesa, y PSOE y Unidos Podemos son primera fuerza en el más pobre, Delicias.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
PSOE
UP
Cs 20% más pobre
AbstenciónRenta media32,1%24.806€ 20% más rico
AbstenciónRenta media22,0%43.153€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
  1. Astilleros frente a centro histórico en Vigo
El barrio de Teis en Vigo, el más pobre de la ciudad gallega, fue el que registró el mayor porcentaje de abstención (32%) el 26J. Los principales astilleros de la ciudad y gran parte del puerto comercial señalan un barrio de marcado perfil obrero e industrial donde la candidatura de En Marea fue primera fuerza.
Una zona que se contrapone al centro histórico de Vigo, el barrio más rico de la ciudad gallega, el que más participó (un 26%). El PP fue el partido más votado.
Partido más votado en cada sección censal en las elecciones generales de 2016
PP
En Marea
PSOE 20% más pobre
AbstenciónRenta media29,7%27.838€ 20% más rico
AbstenciónRenta media27,9%34.394€ Fuente: Urban Audit, Ministerio de Interior
Metodología
Para esta información, se han cruzado los datos por secciones censales de las elecciones generales de 2016 con los de renta media por hogar de la operación estadística de Indicadores Urbanos Urban Audit referentes al año 2016, que divide las ciudades en áreas suburbanas (SCD). Estas separaciones no siempre coinciden con divisiones administrativas de distritos o barrios. Solo se han incluido las 16 ciudades más pobladas de España ya que son los únicos municipios que tienen datos de renta desglosados por barrio.
En cada área suburbana, se ha calculado el porcentaje de votos de cada candidatura y el nivel de abstención en las elecciones del 26J a partir de las secciones censales que la componen. Se han descartado los datos de 9 secciones censales de las divisiones realizadas por Urban Audit no existían en las elecciones generales de 2016.
Se han identificado a PSOE, Unidos Podemos y sus confluencias, ERC, Bildu, PACMA y BNG como partidos de izquierda y a PP, Ciudadanos, CDC, PNV, CC, UPyD y Vox como partidos de derecha.
07/04/2019 - 21:37h 0 Compartir en Facebook Compartir en Twitter Enviar a Menéame Imprimir Detrás de esta noticia... Podemos publicar esta noticia gracias a las cuotas que pagan nuestros más de 34.000 socios y socias. Ellos garantizan nuestra independencia editorial y económica. Pero necesitamos más socios para seguir contratando periodistas y publicar más contenidos como este. Si tú también crees en un periodismo libre y de calidad hazte socio, hazte socia. ENLACES PATROCINADOS Jaime González, irreconocible en su reaparición televisiva Jaime González, irreconocible en su reaparición televisiva La Vanguardia La inspección de 120.000km de tu Audi A3 por 299€. Solicita cita. La inspección de 120.000km de tu Audi A3 por 299€. Solicita cita. formularios.audi.es Polen de abeja. Propiedades, cómo tomarlo, para qué usarlo. Polen de abeja. Propiedades, cómo tomarlo, para qué usarlo. universomiel.es El nuevo Kia Ceed Tourer está diseñado para el conductor. DescúbreloEl nuevo Kia Ceed Tourer está diseñado para el conductor. Descúbrelo El nuevo Kia Ceed Tourer está diseñado para el conductor. Descúbrelo Kia Semana Crossover & SUV de Ford, del 8 al 17 de abril Semana Crossover & SUV de Ford, del 8 al 17 de abril Ford Hipoteca NARANJA de ING. Con cero, cero posibilidades de equivocarte Hipoteca NARANJA de ING. Con cero, cero posibilidades de equivocarte ING Más en eldiario.es De dónde viene la extrema derecha: un obispo ultra y la familia de Barberá De dónde viene la extrema derecha: un obispo ultra y la familia de Barberá Podemos se postula en su programa para el 28A como la alternativa al "trío de Colón" y al "temblor de piernas" del PSOE Podemos se postula en su programa para el 28A como la alternativa al "trío de Colón" y al "temblor de piernas" del PSOE La Comunidad de Madrid exige a 70.000 jóvenes pagar un impuesto desconocido para deducirse el alquiler en la declaración La Comunidad de Madrid exige a 70.000 jóvenes pagar un impuesto desconocido para deducirse el alquiler en la declaración recomendado por Los comentarios de nuestros socios 1 luiscor1221 los ricos votan todos, los curas votan todos, los policias,guardias civiles y militares votan ... 2 quijotesco Siempre me he preguntado como es posible que el inconformismo ciudadano sea tan grande pero ... 3 Paubcn Creo que mas que el factor económico interviene el factor cultural, aunque un alto nivel ... 4 Artero No, no es casual, se debe en primer lugar al analfabetismo o simple alfabetización, lo cual ... 5 Cuyobai Los 'problemas' de la legislación electoral quedan sin resolver. Casualmente. 8 DONGUIDO Aquí unas explicaciónes muy bien fundamentadas de por qué los pobres, los obreros, votan a la ... 9 Huge_Head la brecha económica da como resultado la brecha cultural ,que se podría evitar mucho mas fácil ... 11 pepeespuche22 Lleváis toda la razón en El Palmar (Murcia) una pedanía de 24.000 habitantes en los barrios ... 13 Mr.Spock El neoliberalismo persigue la creación de una inmensa clase trabajadora solo preocupada por ... 14 JRG Buenísimo artículo de análisis de datos. En mi opinión shí está una de las bolsas de abstención. ... 15 jjrs50 El gran logro de la derecha es que muchos ciudadanos voten en contra de sus propios intereses. 16 Davex Votar no solo es un derecho, es una responsabilidad y por tanto debería ser una obligación. Pero ... Hazte socioComenta tú también20 comentarios
Apúntate a nuestros boletines Adelanto para socios/as The Guardian en español Cultura Desalambre Economía Cuarto Propio Consumo claro
He leído y acepto el Aviso Legal y la Política de Privacidad
lo +LeídoComentado Los hijos de Pablo Iglesias e Irene Montero reciben el alta médica Una cámara instalada en el chalet de Pablo Iglesias e Irene Montero difundía imágenes en directo a través de una web eldiario.es - Agencias Fragmento del informe pericial Un exmando de Scotland Yard ve "una multitud pacífica" el 20-S en Economía y descarta que los 'Jordis' llamaran a la violencia Oriol Solé Altimira HISTORIAS DEL ALQUILER "El casero nos dice que con Airbnb ganaría 1.500 euros al mes, que tiene que cobrarnos lo mismo que por el alquiler turístico" Xurxo Pablo Casado acusa a Pedro Sánchez de "rendir al Estado" a los secesionistas Casado vaticina que Iglesias, Otegi y Puigdemont serán ministros si Pedro Sánchez gana las elecciones Marcos Pinheiro
ZONA CRÍTICA Política de serie B Antón Losada El evangelio de San Pablo El evangelio de San Pablo Bernardo Vergara Foto de familia de la jura de la XVIII promoción de comisarios. Rodeado con un círculo Gómez Gordo. En el centro, el director general de la Policía, Francisco Pardo, rodeado de su Junta de Gobierno Un único policía ha sido apartado del servicio de los seis expedientados por el caso Villarejo Pedro Águeda
ZONA CRÍTICA ¿Hasta cuándo? Javier Pérez Royo
ED Creativo El sueño de mala calidad puede potenciar la obesidad infantil. SALUD Cambio horario: por qué los niños con obesidad lo sufren más La alimentación de las embarazadas en España presenta insuficiencias y desequilibrios que se traducen en ingestas inadecuadas de algunos nutrientes esenciales. CONSUMOCLARO ¿Buscas quedarte embarazada? Te damos una alternativa a la pastilla de ácido fólico Más del 80% de los desechos marinos son plásticos de un solo uso. ECONOMÍA Santander Brasil será el primer banco ‘plastic free’ del mundo Fernando Ónega. HISTORIAS CON ALMA El fin de la soledad, por Fernando Ónega Imagen del nuevo Mazda3 en Lisboa. MOTOR Por qué el nuevo Mazda3 en un regalo para los sentidos (en especial para el oído)
En ConsumoClaro 10 precauciones para alquilar un coche de forma segura. Diez cosas a tener en cuenta si vamos a alquilar un coche esta Semana Santa Jordi Sabaté
SOBRE eldiario.es eldiario.es DESCUBRE NUESTRAS APPS Android Apple VIVIMOS EN REDES Facebook
Twitter
Telegram Youtube RSS COLABORA Necesitamos tu apoyo económico para hacer un periodismo riguroso y con valores sociales. HAZTE SOCIO MÁS INFO ¿Qué es eldiario.es? El equipo Creative commons Aviso legal Política de privacidad Política de cookies Mis cookies FAQs Contacto
🍪 ¿Por qué y para qué utilizamos cookies? Como cualquier otro medio o página web, utilizamos cookies para que todo funcione correctamente, desde las estadísticas globales de las noticias hasta la publicidad personalizada. ¿Qué datos usamos? ¿Con qué finalidad? Saber más Aceptar y continuar navegando
submitted by NoMeVoyMeQuedo to podemos [link] [comments]


2017.06.27 22:40 feedreddit Denúncia contra Temer tem mais provas de corrupção que outras apresentadas por Janot

Denúncia contra Temer tem mais provas de corrupção que outras apresentadas por Janot
by Alline Magalhães via The Intercept
URL: http://ift.tt/2sY5UG6
Desde o início da Operação Lava Jato, nenhuma das denúncias oferecidas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recebeu tanta atenção pública e midiática quanto a peça de 60 páginas em que acusa o atual presidente da República, Michel Temer, de ter praticado o crime de corrupção passiva durante o exercício de seu mandato.
Temer e seus aliados, em grande parte tão enrolados em outras acusações quanto o próprio presidente, reagem desqualificando a denúncia, os argumentos e as evidências apresentadas ao Supremo Tribunal Federal por Janot e sua equipe de procuradores.
A denúncia contra o presidente descreve acontecimentos, diálogos, entregas de maços de dinheiro escondidos em malas, com direito a fotos e áudios de conversas entre o presidente, um dos maiores empresários do país e um deputado federal.
The Intercept Brasil analisou outras quatro denúncias oferecidas nos últimos meses pelo procurador-geral da República contra figuras notórias da política brasileira, também acusadas de corrupção: Aécio Neves, Eduardo Cunha, Lula e Renan Calheiros. Nenhuma delas é tão farta de provas quanto a que Janot agora apresenta contra Michel Temer, escorado em índices cada vez mais ínfimos de popularidade, mas ainda com alguma capacidade de manejar um Congresso cheio de rabos presos.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em abertura de seminário sobre combate à corrupção, em Brasília.
Foto: AFP/Getty Images
Em resumo, o que Janot afirma é que Michel Temer recebeu meio milhão de reais, por meio de Rodrigo Rocha Loures, seu homem de confiança e indicado dessa maneira diretamente pelo presidente a um empresário que buscava ajudas do governo, numa reunião secreta, tarde da noite, em sua residência oficial de mandatário do país.
O dinheiro, afirma a denúncia, “foi viabilizado e repassado, após aceitação, pelo próprio Rodrigo Loures, com vontade livre e consciente, unidade de desígnios e comunhão de ações com Michel Temer, de uma oferta de valores que poderiam chegar ao patamar de R$ 38 milhões ao longo de aproximadamente 9 (nove) meses, [conforme] prometido por Joesley Batista, por intermédio de Ricardo Saud”.
O ponto central de defesa de Temer é que o dinheiro recebido por Loures, de fato, nunca chegou às mãos de Temer e que, portanto, Janot se apoia em “ilações” para fazer essa associação direta.
A denúncia, entretanto, mostra, com base em diferentes gravações, que Loures sempre atuou com respaldo direto de Temer e com a ciência do presidente de que atos ilícitos estavam sendo praticados, a partir do momento em que houve acerto de pagamentos de um percentual sobre valores que a JBS passaria a faturar mediante ações que a administração Temer poderia tomar. Janot argumenta que Rodrigo Rocha Loures, então assessor especial de Temer, não tinha poderes para resolver a questão sozinho e nem poderia lidar com valores tão altos sem que houvesse um aval do presidente.

Renan

O caso do senador Renan Calheiros, um veterano na arte de habitar o imaginário popular da corrupção, é emblemático das diferenças. Na Lava Jato, o senador é alvo de oito inquéritos diferentes sobre supostas práticas do crime. Até aqui, Rodrigo Janot somente conseguiu finalizar uma denúncia contra ele. Nela, o procurador-geral acusa o peemedebista de receber R$ 800 mil da empreiteira Serveng, em 2010, como contrapartida a um contrato bilionário que a empresa conseguiu com a Petrobras para a construção de uma refinaria de petróleo no Maranhão.
Aqui, Janot também constrói sua denúncia com base na associação entre Renan e um emissário – no caso, o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE). A denúncia parte de declarações dadas em acordo de delação premiada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Segundo Costa, ele participou de reuniões chamadas por Aníbal na casa de Renan ou no gabinete do senador no Congresso, o que levou o então diretor “a confirmar que Aníbal era emissário de Renan, agindo e atuando em comunhão de desígnios em benefício desse último”. Mas não há qualquer evidência do teor do que foi discutido nessas reuniões.
A denúncia parte de declarações dadas em acordo de delação premiada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.Outro detalhe é que os R$ 800 mil de que Renan teria sido beneficiário foram pagos por meio de doação oficial de campanha em uma conta formal do PMDB, registrada no TSE. Embora a Procuradoria esteja adotando em diversos casos o entendimento de que existe corrupção mesmo quando a doação é oficial, mas está atrelada a uma contrapartida do agente público no governo ou no Congresso, é uma base muito mais frágil do que o caso Temer, em que os R$ 500 mil entregues a Rodrigo Rocha Loures não tinham nenhuma relação com contexto eleitoral.
Senador Renan Calheiros durante sessão no Senado.
Foto: AFP/Getty Images
Não há gravação de conversas. A PGR se apoia em uma sequência de datas que evidenciam que a empreiteira Serveng somente conseguiu o contrato depois de doar para a campanha de Renan. “A assinatura da primeira autorização de serviço e a primeira doação da Serveng ao Diretório Nacional do PMDB serem no mesmo dia corroboram todo o esquema criminoso, deixando de ser mera coincidência de datas”, escreveu Janot no caso Renan.
Outro dado usado pela Procuradoria para reforçar a acusação contra Renan é que a empreiteira somente conseguiu o contrato porque foi convidada a disputar a licitação. E, para que o convite pudesse ser realizado, uma mudança cadastral tinha de ser feita para que a empresa aparecesse num nível melhor de qualificação. Essa mudança, segundo as investigações, aconteceu dentro de um intervalo de 50 dias entre duas visitas de Aníbal Gomes a Paulo Roberto Costa, na Petrobras. Renan não participou dessas reuniões citadas pela Procuradoria-Geral da República.

Cunha

A situação de Renan, no entanto, é bem diferente da que envolve Eduardo Cunha na primeira de três denúncias oferecidas por Janot contra ele, quando ele ainda era deputado e tinha o direito a foro privilegiado. Ainda assim, o caso Cunha também não possui tantas evidências como no caso Temer, embora o envolvimento direto do ex-deputado esteja mais bem demonstrado.
No episódio específico denunciado pela PGR, Cunha, hoje um dos recordistas de crimes de colarinho branco no país, foi denunciado por corrupção passiva (2 vezes) e lavagem de dinheiro (60 vezes). No período compreendido entre junho de 2006 e outubro de 2012, o então deputado foi acusado de solicitar e receber propina em razão da contratação pela Petrobras de dois navios-sonda para perfuração de águas profundas na África e no Golfo do México.
Janot acusou Eduardo Cunha e o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de negociarem uma propina US$ 40 milhões em troca de vantagens contratuais.Janot acusou Eduardo Cunha e o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de negociarem, por meio dos lobistas Fernando Baiano e Julio Camargo, uma propina US$ 40 milhões em troca de vantagens contratuais. Cunha ficou com US$ 5 milhões do total, segundo a denúncia.
Esse documento, com mais de 80 páginas, é amparado em evidências mais técnicas, que fogem à simples declaração dos envolvidos. Com análise de metadados de sistemas internos da Câmara, por exemplo, a Polícia Federal descobriu que Eduardo Cunha usou uma colega deputada para apresentar requerimentos oficiais de forma a pressionar, de forma velada, as empresas beneficiárias do contrato para que pagassem o suborno combinado.
Então deputado e presidente da Câmara Eduardo Cunha.
Foto: Evaristo Sá/AFP/Getty Images
A PF obteve ainda provas cabais de que Eduardo Cunha se encontrou pessoalmente com Julio Camargo no Rio de Janeiro, com base em dados de torres de telefonia celular e tickets de estacionamentos. A denúncia também usa 14 depoimentos colhidos, incluindo três delações premiadas, para reforçar a acusação. Há ainda extratos de transferências bancárias envolvendo os lobistas e o doleiro Alberto Youssef – mas não há nesse caso nenhuma conta bancária associada diretamente a Cunha. A parte do peemedebista no rateio da propina foi entregue em mãos, via Fernando Baiano. O caso Cunha teve até doação para igreja evangélica no Rio, frequentada pelo ex-deputado. O pagamento foi feito por Julio Camargo, embora ele mesmo nunca tenha pisado no templo. Mas, também no caso Cunha, não há nenhuma gravação no arsenal de provas da PGR.

Aécio

Um caso em que Rodrigo Janot contou com gravações foi o de Aécio Neves, que tem pedido de prisão pendente de análise pelo Supremo Tribunal Federal. O senador afastado é acusado de corrupção passiva e obstrução de Justiça. A denúncia parte de dois elementos: a delação de Joesley Batista, com quem mantinha uma relação de proximidade, e monitoramentos telefônicos feitos com autorização da Justiça.
Mas o principal elemento foi o repasse de R$ 2 milhões em propina da JBS a um primo de Aécio, monitorado por agentes da PF em São Paulo e Minas Gerais. A evidência é tão forte que Aécio sequer nega que houve a entrega do e que os maços de dinheiro eram para ele. O argumento de Aécio é que o dinheiro era parte da suposta venda de um apartamento, e que o dinheiro “antecipado” era para custear a defesa do senador nos outros inquéritos nos quais é investigado na Lava Jato.
O principal elemento foi o repasse de R$ 2 milhões em propina da JBS a um primo de Aécio.O documento de 80 páginas, contudo, expõe vários pedidos de dinheiro de Aécio a Joesley, sem relação com venda de imóvel. Janot cita como uma das contrapartidas a liberação de créditos de R$ 12,6 milhões de ICMS para a JBS Couros e dos créditos de R$ 11,5 milhões de ICMS da empresa Da Grança, adquirida pela JBS na compra da Seara. Em troca, Joesley teria fornecido R$ 60 milhões para empresas indicadas pelo político na campanha de 2014 e outros R$ 17 milhões após a eleição.
Aécio Neves durante o julgamento do impeachment de Dilma Rousseff no Senado, em agosto de 2016.
Foto: Andressa Anholete/AFP/Getty Images
No monitoramento telefônico, Aécio ainda aparece em conversas com o ministro do STF Gilmar Mendes, com o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, e outras figuras da cena do poder em Brasília. Com base nessas conversas, a PGR também acusa o senador afastado de atuar para tentar bloquear as investigações contra ele. Aécio teria, segundo apontam os elementos colhidos na investigação, tentado influenciar a escolha de delegados da PF para assumir inquéritos da Lava Jato, em especial o inquérito aberto em abril deste ano, após delações da Odebrecht, que o investiga por suposta fraude e recebimento de propina nas obras da Cidade Administrativa, quando Aécio era governador de Minas Gerais. Como Temer, Aécio encontra-se reservadamente com Joesley, num quarto de hotel em São Paulo. Na gravação, Aécio pede R$ 2 milhões e indica um emissário de confiança, o primo Frederico Pacheco de Medeiros. O dinheiro não chega efetivamente às mãos de Aécio Neves, já que a operação contra ele estourou antes que isso pudesse acontecer. No caso Temer, ocorre o mesmo. O dinheiro chega ao emissário de Temer, mas a entrega final ao presidente ou a alguma outra pessoa de confiança do presidente não chega a acontecer.

Lula

[
Lula da Silva, who faces allegations of involvement in the Odebratch scandal, had his graft probe testimony postponed to May 10. / AFP PHOTO / EVARISTO SA (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)">](http://ift.tt/2rZ5oWQ)Ex-presidente Lula durante seminário promovido pelo PT em Brasília, em abril.
Foto: Evaristo Sa/AFP/Getty Images
Há ainda uma denúncia oferecida por Rodrigo Janot contra o ex-presidente Lula. A maioria dos casos envolvendo o petista é denunciada pela Procuradoria da República nos Estados ou pelo Ministério Público Estadual, já que, desde 2011, Lula não tem mais foro privilegiado. No caso que acabou sendo denunciado por Janot, Lula é acusado de atuar para comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras. Na verdade, o que Janot faz é um adendo a uma denúncia oferecida cinco meses antes contra o ex-senador Delcídio do Amaral, Cerveró e outros envolvidos. A inclusão de Lula no caso se dá a partir de declarações dadas em delação premiada por Delcídio, ex-aliado do petista. Há também registros de encontros entre Delcídio e Lula, mas sem o teor das conversas, em datas que coincidiam com o período em que Delcídio atuava, supostamente sob a orientação do ex-presidente, para tentar silenciar Cerveró e, com isso, proteger o empresário José Carlos Bumlai.
Colaboração: Luiz Leite
The post Denúncia contra Temer tem mais provas de corrupção que outras apresentadas por Janot appeared first on The Intercept.
submitted by feedreddit to arableaks [link] [comments]


Cuando eres la bajita de la relación/ alto+bajita - YouTube Fraccionamiento Los Altos Manzanillo  DESAR Citas Con Mujeres Altas los sitios de los niños 40 citas interraciales citas centrales datación cámara Sistema V-Citas para verificentros del D.F. - YouTube PLAN DE CITA CON MI NOVIA

Portal web de citas para altos ejecutivos y profesionales ...

  1. Cuando eres la bajita de la relación/ alto+bajita - YouTube
  2. Fraccionamiento Los Altos Manzanillo DESAR
  3. Citas Con Mujeres Altas
  4. los sitios de los niños 40 citas interraciales citas centrales datación cámara
  5. Sistema V-Citas para verificentros del D.F. - YouTube
  6. PLAN DE CITA CON MI NOVIA
  7. ATLAS.ti - Qualitative Data Analysis - YouTube

VIdeo que muestra el funcionamieno del sistema V-Citas, en el cual se puede llevar el control de citas en los verificentros del D.F. ↓↓↓↓↓ Mis redes sociales ↓↓↓↓↓↓ Instagram: https://www.instagram.com/coreanovlogs/ Facebook: https://www.facebook.com/coreanovlogs ... Fraccionamiento en Manzanillo Colima. -108 m2 de construcción -3 recámaras -Un baño completo y medio baño -Cocina integral y clósets de madera Mayores informes y citas: 314.111.4909 Emilia ... Category Howto & Style; Song Presence; Artist Various Artists; Album Keep Calm and Head to Paris; Licensed to YouTube by The Orchard Music (on behalf of Music Brokers); SODRAC, LatinAutor - Warner ... ----- http://goo.gl/gMqFC ----- data encontrar una fecha que data puma Cupido citas individuales en línea de citas en línea soltería altos de citas en línea LDS ... Por si quieres apoyar el canal: https://paypal.me/pools/c/8faBvkFujE (cualquier cantidad vale y te llevarás un saludo en mis vídeos ☺ ) Podéis seguirme en In... qualitative data analysis, QDA, data management, knowledge management