Comentários de relacionamento adulto

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Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

2020.10.05 21:37 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos. Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.30 22:19 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos.Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
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2020.09.30 21:42 oscarsantosrus Recuperando a autoestima após a traição dela. Recomeçando a vida. Abertura para um novo relacionamento.

A minha situação levou ao menos a uma dedução, ninguém é confiável!
Eu, 44 anos (mas todos comentam que tenho cara de 30 e poucos), depois de pouco mais de uma década de casamento com ela, 42 anos (também aparenta ser um pouco mais jovem), não dá para acreditar que a mesma poderia fazer isso (foi em 2019). Tínhamos um bom padrão de vida, nada tão top, mas melhor que muitos casais na nossa faixa e alguns amigos, bons empregos, ríamos e tínhamos tudo aquilo que um casal com o tempo de relacionamento poderia ter, brincadeiras, assuntos, responsabilidades, mas sim, perdemos algumas coisas com o passar do tempo. O sexo foi diminuindo (não eu, sempre corri atrás dela), problemas foram surgindo, deixamos de conversar mais, mas no final sempre saíamos vitoriosos. Sempre estive ao lado dela, e ela alguém que chegou na minha cidade/estado sozinha, saem expectativa alguma, sem amigos, uma pessoa para quem eu sempre me doei, talvez isso não tenha sido amor suficiente, não sei, e olha que passamos por muita coisa complicada.
Sempre fui dedicado, prestativo, ajudador, carinhoso, parceiro, amigo, e esses atributos estão em mim, eu sei, já me falaram por conta dessa situação, não mudarei isso à próxima sortuda que surgir, mas recomeçar tudo de novo, encontrar alguém, o flerte, as fases, e talvez não dê em nada, difícil pra mim ouvir um não. Tenho no pacote várias falhas também, sei que não converso tanto quanto poderia , ou fui perdendo para com ela isso (um ponto que eu sei que tenho que melhorar), mesmo alguns assuntos eu evitava conversar, vergonha talvez, um tipo de receio de não ir de encontro a ela, criar conflito, é até estranho isso um casal.
Eu poderia te-la traído, mas nunca nem passou pela cabeça e nem houve alguma mulher próxima, falo por um período de distanciamento que houve por uns 5 anos devido a trabalho. Sempre fui fiel e tenho caráter, mas da parte dela nunca imaginei, nunca passou pela cabeça, que ela falharia de forma tão ruim. Eu só queria dela amor, fidelidade e dedicação como esposa.
Será que há mulheres atrás de alguém com um perfil assim? Fico na dúvida. Tinha que ser mais fácil as pessoas se conectarem. Até entrei no Tinder, recebi matches interessantes, mas depois sumiam, uma outra aparecia para conversar, mas eu ficava com receio do próximo passo. O que está escrito no perfil poderia não ser a realidade ou não espelhar o mínimo que eu precisasse saber.
Meu objetivo não é sair para sexo, é uma relação de conhecimento, amizade, diversão estendendo para algo futuro se rolar, sexo sim, faz parte do ser humano, do prazer, da relação. Casar? Minha situação me fez uma pessoa muito triste quanto a acreditar nisso, mesmo tendo sido instituída por Deus (que eu creio e sigo), mas sim, evoluindo aí pode-se pensar em morar junto ou algo de papel passado.
O pior é ela não ter aceitado o erro e tentar se justificar, até mesmo perante a família dela. Pirou totalmente a cabeça, passou a viver num mundo completamente diferente de antes.
Tenso demais isso, pior ainda é saber que foi trocado por alguém infiel (casado também), pobre, pé-rapado, sem expectativa (esse sim). Sem denegrir nos comentários, somos adultos, já passamos da fase de adolescência. E ouvir ainda coisas do tipo "nunca te amei", "você é um bom marido" e outros blablas, mas falar sobre não querer mais.
É meio que um desabafo, simplifiquei bastante como foi minha situação no passado recente, mas meu coração não está preso mais a isso, e nem a recaídas, pelo contrário, não sei e nem quero saber da vida dela, quero viver a minha como passei a viver melhor.
Caso alguém queira trocar idéia fora dos comentários pode mandar mensagens privadas que lerei.
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2020.09.20 03:49 betroideinthevoid Quebrado

Esse texto pode ser bem grande.... Eu estava em uma conversa via Skype com uns amigos um hábito comum adotado por nós, até que fizeram algumas piadas de humor negro, que fez com que chgasse em mulheres, onde fiz um comentário que fez um amigo (um pouco mais novo no grupo e de idade) perguntar qual era meu problema com garotas (afinal sou assumidamente bissexual)
Era uma pergunta complicada, sou uma pessoa muito aberta com amigos, por mais que eu seja introvertido, então fui dês de minhas raízes de experiências traumáticas com o sexo oposto até os dias atuais, e acabou que isso me deixou pensativo, e bem mal, na realidade.
Eu tenho depressão, recaídas são normais e essa situação não é a mais grave que ja tive, pois não penso em suicídio ou auto mutilação, mas percebo o quão infeliz, pessimista e desconfiado eu me tornei.
Eu estou prestes a me tornar um adulto perante a lei (fazer 18 anos) e me pego sendo tão infeliz quanto pessoas em sua idade avançada, inclusive meu amigo comentou de uma garota de nosso grupo que ele acha que daria certo comigo, porém temos 4 anos de diferença, e o quão infeliz eu estou comigo mesmo, fez eu pensar que eu poderia estragar ela assim como me estragaram, o que me fez recusar (além de ser de certa forma pedofilia algo que abomino)
Vejo que me esvaziei, que eu sou as vezes só um corpo com remanecentes de uma alma, ainda tenho opiniões, costumes mas não tenho força, vontade, moral, perseverança, amor próprio e determinação... coisas que sempre tive, todos meus relacionamentos românticos foram desastrosos, e com pessoas, são poucas que gostaram de mim e manteram contato (digo isso pois estudei em diversas escolas durante meu ensino fundamental I e II, e mal tenho contato com as pessoas de lá por diversos motivos)
O que me leva a o mesmo raciocínio de anos atras quando essa "doença" começou a ter manisfestar em mim. Estou quebrado. Não funciono mais, não tenho forças pra concluir meus objetivos, passso 10 a 11 horas por dia dormindo, não consigo ajudar muito nas tarefas de casa (mas faço o que é pedido) eu estudo na faculdade que ingressei a um mês, e até agora não aprendi muito, eu não consegui fazer um amigo novo esse ano, nenhum, fiz um curso pré vestibular e entrei na faculdade, até agora mal consegui interagir com as pessoas de lá, já estou a mais de um ano me recuperando de um término e procurando pretendentes, chegando a ter mais de um aplicativo de relacionamento instalado, e entrando em contato com 13 pessoas diferentes em um dia comum, e nada. Nenhuma pessoa que eu fosse capaz de cativar e que me cativasse disposto a ter quaisquer coisas comigo.
Cheguei a um ponto que creio que nada mais pode me tirar disso, minha jornada espiritual começou dês de meus 13, e até hoje não encontrei nenhum conforto em nenhuma religião, nenhuma entidade superior, não sinto nada.
Eu ainda tento dar motivo pra minha vida, pois sei que suicídio só ia piorar a situação da minha família abatida com diversas perdas, e que não teria uma forma indolor disso. Eu só consegui um que realmente me mantém firme, é um projeto de uma animação audiovisual, mas sei que até eu ser capaz de fazer ele com excelência (se é u vou ser capaz) vai demorar, e provável de se eu manter esse ritmo assim até lá, o que sobrou de alma nete corpo, pode ter se dissipado.
Eu não venho aqui pedir ajuda exatamente, pois o ponto deu estar "quebrado" é que creio não existir mais concerto. Eu só aproveitei pra desabafar aqui o que sinto, já que não posso contar a ninguém, pois causaria preocupação que não mereço (afinal ja tive tentativas de suicídio e a uma grande preocupação deu tentar novamente)
Tenham uma boa semana.
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2020.03.18 01:00 aerialice A importância da procura e como isso tá me matando por dentro diariamente

Já avisando de antemão que esse desabafo vai ser longo. Não precisa ler tudo se não quiser, só tenho que colocar isso pra fora de algum jeito. De qualquer forma, conselhos e comentários sobre são sempre bem-vindos. :)
Sempre fui uma pessoa que não ligava muito pra relacionamento no geral, principalmente amoroso. Por estar na maioria das vezes só e não ter um círculo social grande, não pensava que ia conseguir amar alguém da forma que via meus amigos amando seus respectivos namorades. Só que isso mudou quando comecei a fazer terapia e tomar antidepressivos, que foi o momento decisivo pra que eu percebesse que no fundo, no fundo, eu podia sim amar, me sentir carente, querer algum tipo de conforto. Esse ano, mais especificamente mês passado, comecei a namorar uma garota incrível, cujo jeitinho simplesmente me cativou demais. Ela é maravilhosa. Cara, nunca tinha me sentido assim antes. Esse é meu primeiro relacionamento sério de fato e, embora não tenha nenhuma experiência, tô tentando meu melhor pra que tudo dê certo. Mas a procura, na grande parte das vezes, é só minha. Ela tem um jeitinho meio avoado, não percebe que essa falta de procura por parte dela me machuca. Não pensem que tô exigindo que ela cuide de mim 24/7, até porque somos adultos e temos vida. O problema é que quando tive um ataque de pânico dentro do trem, ela meio que não fez nada pra tentar ajudar e nem perguntou se tinha algum jeito de ajudar. E isso se tornou um ciclo: eu tô mal, ela não aparenta fazer esforço algum pra me consolar e eu fico sofrendo porque penso que quando se ama alguém, você se importa e se preocupa (o que não tá sendo o caso aqui). Ela já disse que não sabe se expressar direito que me ama tanto quanto eu, mas também não procura saber como foi meu dia ou como tô me sentindo. E mesmo sabendo que sinto falta dela (moramos MUITO LONGE então tá sendo basicamente um relacionamento à distância), ela prefere ficar jogando com os amigos a conversar comigo. De novo, não me entendam mal, ser dependente emocionalmente de uma pessoa é horrível e tenho certeza que ela não quer ser assim — só penso que não custa mostrar um pouco mais de interesse na suposta pessoa amada. Acho que é isso.
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2019.03.26 04:00 jesmbc Sobre crianças e psicopatas

Notas: esse texto não é sobre crianças psicopatas e nem tampouco procura estimular relacionamentos entre pessoas de faixas etárias distintas.
Nesse domingo, eu estive em uma dessas megalojas que estão pululando pelo Brasil (daquelas que apoiam nosso ilustríssimo presidente) , de cima a baixo, até que estava dando uma olhada no setor de ovos de páscoa e eletros - que é curiosamente próximo das gôndolas de brinquedos - até que uma mocinha de no máximo doze anos iniciou uma conversa comigo sobre as pistolas Nerf. Essa foi uma das interações mais sinceras que tive nos últimos anos, sem interesses escusos, sem maldade, sem “entrelinhas”. Mas para eu poder me fazer entender, preciso dar um background sobre mim e certas coisas que aconteceram comigo nos últimos anos.
Como sou um jovem adulto (um pouco mal resolvido) e apesar de um pouco introvertido, já posso dizer que tive meus “pequenos romances” e também minhas desventuras. Mas há uns anos atrás, passei por uma das piores situações que tive com uma menina: quando a conheci, ela parecia perfeita, completamente interessada em mim, me dava atenção, fazia tudo pra me agradar. Cheguei a frequentar a casa dela por algumas vezes, mas eu sentia que alguma coisa não estava certa, estava tudo dando certo demais, muitos sorrisos e cuidados. Mas, com o tempo acabei me entregando de bandeja, e em pouco tempo fazia todas as vontades da dita, sem pestanejar, sendo usado e vitimado por chantagens e jogos de palavras (como por exemplo “venha pra cá que eu vou fazer um cachorro quente pra tu molhar a salsicha no molho”). É óbvio que tenho uma parcela de culpa (caí no papinho) e ainda assim fui até as últimas consequências.
Eu levei tempo pra perceber que os sorrisos eram falsos, os carinhos eram rasos e nada além de objetivos pessoais estavam em jogo. Desfecho da história: tive que suportar a frustração de ver a pessoa que tanto me atraía com outro cara, de mão dada, no meio da rua. E pra mim, que conheci uma pessoa que só ri da boca pra fora, que só responde as mensagens quando quer, inventa histórias mirabolantes pra criar empatia e que nem ao menos boceja, não passa de uma psicopata (não esses de filme, apenas uma pessoa com um “parafuso a menos”) que não tem a menor empatia com o outro.
Quanto a mim, passei um tempo em que tive que digerir a frustração com um sorriso no rosto, tive que transformar a tristeza em motivação pra terminar meus trabalhos do semestre. Fiquei abalado mas reagi a como quem leva um soco na cara, cai, levanta e sobe no ônibus pra ir pra casa, como se nada tivesse acontecido. De alguma maneira, suprimi tudo aquilo e tentei transformar em algo bom.
Porém, o sentimento que carrego hoje ainda é o de que não posso confiar em mais ninguém (que não seja íntimo), minha autoestima que já era baixa piorou e ainda assim, não consigo mais ver motivação em ir atrás de uma potencial parceira. Tudo que consigo ver é maldade, interesse e fingimento em relações. Isso mudou um pouquinho ontem.
Quando eu estava vendo as pistolas Nerf (aquelas com dardos de plástico), vejo que chega perto de mim uma mocinha de uns dez anos, e começa a conversar sobre os brinquedos, dizendo que as pistolas de dardos eram muito legais, que uma outra pistola que lança bolinhas de papel higiênico molhado fazia bagunça e que gostava era de brinquedo de menino, porque os artigos de menina eram “sem graça”, tudo isso como se fôssemos colegas de escola. Pude ver que os comentários eram sinceros, que a vontade de interagir com alguém era grande (ainda mais na nossa era de smartphones e tablets), e que não havia maldade ou nenhum interesse em algo que eu tinha.
No começo da conversa, até tive medo de conversar, afinal sou melindroso com criança e depois de estar à vontade, comecei a me policiar porque, afinal, homem “velho” conversando com uma menina moleca não é “bem visto”. Tive os mesmos pensamentos e sentimentos que me atormentam, desde a vez em que a psicopata me deixou - medo de interagir e vergonha por saber que os outros veriam algum tipo de maldade na conversa.
Bem, uma parte da minha fé na humanidade foi restaurada. Esse texto é só mais uma verborragia, sobre essas coisas que acontecem e queria compartilhar, porque acho que não é sempre que acontece. Se alguém que venha a ler se identificar e quiser compartilhar alguma história parecida, compartilhe por favor, ficaria contente em ler.
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2019.03.14 19:50 Multi-Skin Me ajudem, eu só quero que alguém leia sobre minha vida, eu to cansado de não ter voz. (Eu digito toda semana aqui, mas sempre apago antes de postar)

Eu (22~33 M) sempre fui uma criança quieta, as outras debochavam de mim por eu ser alto demais e desengonçado (puberdade precoce). Por não ter dinheiro as outras crianças não queriam brincar com o garoto sem brinquedos legais.
Me apelidavam de bunda-mole por conta do meu corpo, foram centenas de dias que as crianças da vizinhança passavam na frente de casa e gritavam isso.
Meu pai nunca ligou, pra ele era tudo besteira, principalmente os jogos, quadrinhos e desenhos que eu via enquanto passei minha infância e adolescência sendo um pai pra minha irmã. Ela cresceu pra ser bem problemática, mas sei que fiz meu melhor como uma criança cuidando de uma criança. Cozinhei, penteei o cabelo dela, ajudei com os deveres, brinquei, limpei a casa, dei minha infância pra ela poder ter uma .
Eu acabei introvertido não por opção, isso me afeta até hoje, eu quero atenção, mas não quero atrapalhar ou sentir que alguém está incomodado.

-----Primeiro trauma-------
Aos 8 anos de idade meu pai me obrigou a fazer parte dos escoteiros, queria que eu fosse como as outras crianças, que brincasse mais com os outros, ele me olhava e falava de um jeito que me dava certeza que ele iria me bater se eu não fosse pra lá.
Foi lá, em um acampamento que acontecia longe da cidade uma vez por ano, que um rapaz mais velho (acho que 11 anos) ficou rindo e apontando pra mim enquanto eu tomava banho no final da tarde(o chefe dos escoteiros me obrigou assim como outros garotos).Eu demorei pra sair pois não queria que ninguém me visse, quando eu achei que estava sozinho ele jogou minhas roupas no lixo de fora e me trancou nesse banheiro. Ninguém veio me procurar até a hora da madrugada, foi quando um velho abriu a porta e abusou de mim. Quando amanheceu eu peguei minhas roupas do lixo e fui pra onde o grupo estava, ninguém sentiu minha falta.
Eu demorei quase 20 anos pra contar isso pra alguém, pois eu achava que meu pai ia me bater.
Meu pai ficou muito bravo e debochava de mim toda vez que me via vendo desenho, jogando games ou fazendo algo que não envolvia outras crianças, ele mesmo me chamava de bunda mole.
-----Meu pai sendo babaca pra variar----Uns meses depois eu estava com 9 anos e ele me colocou em aulas de natação, eu amava demais, meus antepassados todos tinham algum histórico com natação, eram medalhas de campeonatos ou eram marinheiros e isso me dava muito orgulho. Semanas depois eu estava a sair da piscina quando o mesmo rapaz dos escoteiros chegou até a beirada e ficou rindo de mim. Eu nunca mais voltei lá e nunca expliquei o por que. Meu pai teve um ataque cardíaco de tanto me xingar gritando.
Desse ponto em diante ele acostumou a me chamar de cavalo e chamar de merda tudo que eu fazia e ele não gostava.
Quando tinha 10 anos por problemas respiratórios (já fiz 3 cirurgias e meu sistema respiratório ainda consegue puxar apenas metade do ar que uma pessoa puxaria na respiração) e o doutor perguntou se eu praticava esportes, eu falei que gostava muito de andar de bicicleta, meu pai me cortou e debochando falou "esse daí? só se for pra exercitar os dedos no 'joguinho'". Essa fala dele tinha sido a mais carinhosa em meses, isso soou ainda mais doloroso pra mim.Anos se passaram e ele sempre falava isso pra todo mundo. Perguntavam como eu estava e ele respondia "só nos joguinhos", ignorando se a pessoa tinha perguntado das minhas notas, da saúde, da felicidade. Eu joguei ainda mais, não queria ficar nem perto da sala onde ele ficava vendo TV depois do trabalho.
-----Pai babaca, a saga continua---------
Passei um ano internado em um hospital que ficava em outra cidade pra tentarem identificar a razão e perigos do meu crescimento, eu tinha 11 anos, mas com corpo de adulto. Me lembro de chorar muito quando não recebi visitas no dia das crianças e vi apenas minha mãe no meu aniversário. Meus pais trabalhavam demais pra nos sustentar, eu sempre apreciei isso.

Com 11~13 anos comecei a me soltar de novo, minha irmã me convidou num dia qualquer pra sair um pouco da frente do PC pra andarmos de bicicleta. Eu deixei um jogo baixando, era Pokemon Sapphire pra gameboy advanced, e fomos pedalar.Foi bem divertido, mas depois de algumas voltas a chave de casa estava caindo do meu bolso, no que eu fui segurar a minha bermuda engatou na bicicleta e eu rolei morro abaixo, batendo com a nuca no meio fio. Minha irmã foi chamar meus pais, eu estava sentado, sem falar nada, com uma camisa totalmente vermelha, já que o sangue tinha coberto cada pedaço da camisa branca que eu usava.
Até hoje eu não tenho memória disso, mas me falaram que eu entrei no carro do meu pai e fomos até o hospital, falei normalmente e tudo mais.Minha memória tinha ficado muito bagunçada por conta do corte e da pancada que por poucos centímetros não tinha pego o cerebelo.Felizmente não sentia dor, mas não me lembrava dos rostos de ninguém, era algo que demorou um mês pra normalizar, fiquei internado por uma semana, meu pai não acreditava nisso e só falou"Se você tá com problema de memória, qual o jogo que você deixou baixando?"Eu respondi corretamente e ele assinou os papéis pra sairmos de lá.

-----Minha liberdade e minha mãe---------

Eu me fechei ainda mais e passei o tempo estudando e jogando, recebi vários prêmios de aluno exemplar durante todo o período escolar.
Em paralelo minha mãe que era meu exemplo de vida, uma pessoa certa, calma, gentil, um ser humano divino.
Com 16 anos saí de casa pra estudar em uma federal, eu sentia nojo de receber ajuda dele, mas pelo menos tinha minha liberdade. Minha mãe era muito preocupada e me ajudou muito a encontrar um lugar perfeito, um lugar meu.Eu senti o gosto da vida pela primeira vez, consegui uma namorada e perdi o foco na faculdade, minhas notas foram péssimas.
Meu pai me ligava frequentemente pra cobrar o acesso ao sistema de notas, me xingava pelas notas baixas.Ela percebeu e começou a falar que eu precisava estudar pra ir junto com ela fazer intercâmbio. Eu me esforcei ao máximo, estava melhorando aos poucos.
-------Segundo trauma e depressão--------
Resolvi trazer ela pra conhecer meus pais. Meu pai a odiou por ela ser um pouco acima do peso. Grampeou todo o computador dela e pegou fotos de outro cara que ela me traia quando ia visitar a família dela, nada NSFW, só ele sem camisa. Ele não a afrontou, mas me mostrou tudo. Eu não acreditei, falava que era só amigo. Ele chegou ao ponto de mostrar a gravação de áudio que tinha feito escondido com um gravador de nós dois transando, falando que ela só falava que me amava mais que tudo quando estávamos transando.
Essa coisa toda me deixou enojado e voltei imediatamente pra faculdade. Lá contei tudo pra ela, que ameaçou processar meu pai por invasão de privacidade. Depois de muita conversa continuamos juntos.
Eu peguei um voo que custava o valor que eu tinha pra comida do mês, só pra poder fazer uma surpresa de aniversário pra ela. Fui bem recebido, passei uns dias na casa do irmão dela.
Depois de um tempo ela se abriu pra mim e falou que não só me traiu, mas como também desde pequena transava com o próprio irmão e o cachorro dele. Eu duvidei, mas ela me mostrou mensagens e fotos, vomitei na hora, sujei todo o chão, só me lembro dela atravessando a rua uns minutos depois e falando que estava com medo, eu estava em fúria não só por ela, mas por tudo que já passei.
Eu não sei o que deu em mim, algo quebrou dentro da minha cabeça, sentia vontade de me lavar, me sentia sujo, não aguentava mais se fuder a esse nível, ao mesmo tempo não sentia nada.
Desenvolvi depressão profunda, a linhagem da minha mãe tem tendências a depressão extrema, mas era tão profunda que passou do ponto de querer se matar, eu só vivia, não sentia mais nada. Pra piorar comecei a ter ataques de pânico constantes.

---------------Felicidade a caminho---------

Anos passaram, e através de um post sobre coisas geek no facebook encontrei a garota perfeita, ela morava na cidade vizinha, ficamos noivos mesmo depois que eu me mudei de volta pra minha cidade natal pra tentar fazer outro curso. Ela não veio junto e não me traía, era pura demais, acredito até que tinha síndrome de Peter pan, o mundo era muito fantasioso pra ela. Ela vivia como uma adolescente na casa dos pais, nunca saía de noite, não gostava de festa ou bebida. Eu chegava a incentivar ela a tentar sair com outra pessoa, pois não achava justo que ela ficasse ligada a mim com toda essa distância. Ela sempre disse não a isso, sempre falávamos por video depois do trabalho e antes de dormir (ela trabalhava até tarde em um shopping longe da cidade).
--------Terceiro trauma---------
Ela me deu muito apoio mesmo quando minha mãe me contou o motivo de estar cada dia mais estranha, ela se dopava de remédios por ter depressão e ter traído meu pai com um cara que passou aids.Meu chão caiu, a única pessoa que eu ainda confiava cegamente não só como amiga, mas como exemplo a seguir, traiu a confiança do meu pai. Ele que era um animal deu todo apoio e sempre se manteve no lado dela. A situação de virtudes, valores e ações tinha se invertido, meu pai era quem tinha feito o certo. Isso nunca me desceu a garganta, mas foi a última gota pra eu entender que todo mundo é humano, comete erros, sem exceção.Foi nessa época que eu tive que aprender que não podia deixar minha mãe sozinha, foram várias tentativas de suicídio.

-----------Ato final, nada muda---------
Eu mesmo cometi um erro e me envolvi com outra pessoa sem contar pra minha noiva, ela sabia que eu precisava de muita atenção e ela propôs um relacionamento a três, deu muito certo e durou uns 2 anos.
Nos separamos no aniversário de namoro apesar de ter certeza que ela era a pessoa da minha vida, eu cometi o erro de cobrar demais dela, exigir visitas mais e mais constantes, estava me tornando chato e forçando ela a se mudar, abandonar a família que vivia em outro estado.

Não senti que era certo continuar com a terceira pessoa, pois as coisas só lembrariam de como era antes, eu me enterrei no trabalho e quando chegava em casa me dopava pra dormir.
Como minha irmã era grossa e não tinha muito papo comigo, minha mãe estava sempre dopada de remédios, cheguei pro meu pai e desabafei
"Pai, já vi minha mãe tentar se matar 5 vezes, na última eu ainda estava com a minha ex, mas estava depressivo, eu não sentia nada, eu vi minha mãe sangrando pelos pulsos, chamei uma ambulância e fui comer um sanduíche.Agora não estou com a pessoa que mais me apoiou na vida eu não consigo nem mesmo passar um segundo fazendo o que eu gosto.
Não consigo ler, não consigo ver filmes, não consigo nem jogar. Eu adoro meus jogos.
Eu só estou muito cansado da vida, não tenho propósito, eu só queria ter paz e ser amado por quem eu sou. Eu sei que tem coisas que são reflexo do que eu faço, mas tem coisas horríveis que acontecem comigo desde pequeno e eu não posso fazer nada pra evitar isso."A resposta dele foi "que bom, te falei que essa coisa de joguinho era só passageira".
Liguei o carro e saí.

...
Agora estou namorando alguém que a carreira gira em torno do social, odeia qualquer coisa geek.
Pra ela tudo que eu falo é drama, tudo que eu sinto é bobeira, tudo que eu preciso é fútil.É tóxico, mas eu preciso disso pra ficar com o pé no chão e não me deixar ser arrastado pela depressão, eu prefiro fazer de conta que tudo isso não é nada do que ficar me remoendo todo dia.
Ainda sim eu fico muito triste de perder o sabor das coisas que me faziam feliz.

Só minha mãe, em um momento de lucidez, ficou sabendo dessa história, toda semana eu digito de novo aqui e sempre apago tudo antes de postar.
EDIT:Obrigado pelos comentários dando forças, eu realmente precisava disso.Atualmente estou com a depressão bem controlada, mas precisava demais matar esse silêncio.Outro dado é que meu pai tem idade pra ser meu avô, por isso não sinto raiva, só fico indignado com pensamentos tão brutais.
Minha família é minúscula, não tenho tios ou avós vivos, isso gera mais ansiedade e stress quanto ao futuro, pois não tenho como dar suporte financeiro ou presencial suficiente pra minha mãe, pai, ou irmã caso aconteça algo com eles.
Eu ainda tenho dificuldade em ver que todos são humanos e que não posso ficar com medo das coisas ruins acontecerem.O pensamento de fracasso ou vergonha me aterroriza por conta de ter sido moldado na base de confiar em algo, acabar sofrendo e ainda por cima ser humilhado por estar sofrendo.
Por anos eu me cortava na parte interna das coxas pra ninguém ver, eu não queria chamar atenção, eu não queria morrer, eu queria me punir por não conseguir fazer as coisas melhorarem.
Até pouco tempo eu me socava e batia até quase desmaiar, não pelo mesmo motivo, mas por não conseguir ter voz e permitir que os outros fizessem o que quiserem comigo.
Atualmente ainda jogo alguns jogos, músicas, leio livros , mas aquele pensamento de "você tá jogando essa merda, seu cavalo" fica sempre preso.
Também estou sofrendo pra terminar a faculdade, mas aos poucos vou melhorando esse aspecto da vida também.
Infelizmente não tenho como pagar por tantas consultas de um/uma psicó[email protected] quanto eu preciso, ano passado uma profissional me ajudou muito a lidar com tudo isso, não dói tanto quanto antes, mas é difícil deixar tudo no passado.


EDIT2:Vi que alguns estavam achando falso demais a parte do irmão e tal, vou colar a minha resposta aqui
Eu queria que fosse, isso estragou minha libido por um ano inteiro.
Eu demorei pra ligar os pontos, mas pelo que deu pra sacar a mãe dela era prostituta e ela teve influências fortes.
A sexualidade aflorou de forma errada.Ela contou que o lance do cachorro não era constante, mas o irmão era desde quando eles tinham 10 anos, coisa doentia de cidade de interior. O pai expulsou ela de casa por um tempo quando ela era adolescente depois de flagrar os dois.
EDIT: Agora lembrei que tenho certeza que foi o fato dela falar um pouco da mãe dela pro meu pai que desencadeou o pensamento de "essa deve ter puxado a mãe" no meu pai e causado toda essa investigação dele.
Meu pai trabalhava na área de informática assim como eu trabalho hoje em dia (eu fui fazer federal pra tentar fugir desse ramo só pra não ter nada a ver com meu pai, mas dá pra ver que não deu certo), ele manjava bastante de computador.
Quando eu tinha uns 14 anos, moleque, pesquisei uns vídeos de BDSM no xvideos, no dia seguinte ele me puxou pra conversar sobre as mulheres não serem objetos e muitas vezes não concordarem com os desejos sexuais.

Eu deixei de boa, deu uma semana e eu vi outro vídeo desse, ele de novo me chamou pra ter uma conversa desse tipo.Não cometi o erro de novo, virei o PC até achar o keylog que ele tinha colocado, criei outro usuário (eu não ia ser burro de tirar o keylog pra depois ter que me explicar pra ele).

E não é que o cara tinha aqueles bypass de senha que você dá boot...

Não é a toa que eu aprendi pra caramba com ele, nessa parte de computador meu velho era fera e eu devo muito a ele.
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2018.12.01 01:07 willfleck [Discussão (Sério)] Qual seria a diferença de idade aceitável/sadia num relacionamento amoroso?

Ultimamente eu tô vendo vários posts sobre a diferença de idade entre a Primeira-dama e o Presidente (tanto o atual quanto o futuro), algumas fotos bem sugestivas de uma cantora mirim com um cara que é bem mais velho que ela, vídeos de crianças (de 13 pra baixo considero criança-criança mesmo, não venham me dizer que com 13 anos a pessoa já entende da vida) dançando com uns comentários bem escrotos de adultos na devida seção, entre outras coisas. Isso me fez debater internamente qual seria a diferença máxima aceitável de idade entre um casal.
Diz a lei que a partir dos 14 anos as pessoas já podem se relacionar basicamente com quem quiserem, mas, moralmente, qual seria a idade "ok" pra entrar no mundo de relacionamentos "adultos" e qual seria a diferença aceitável de idade entre companheiros(as)?
Aproveitando o gancho, qual o motivo de um relacionamento no qual o homem é consideravelmente mais velho que a mulher ser considerado "nojento", "escroto", "ridículo" enquanto o contrário não é muito comentado?
submitted by willfleck to brasil [link] [comments]


2018.01.21 01:55 luiz785 Se sentir estagnado aos 21

Boa noite amigos, estou usando o reddit faz pouco tempo e sinto que achei uma parte da terra que as pessoas são diferentes, mais humanas, e acho isso demais, sem falar a troca de experiências que se tem aqui, que agrega muito nossas vidas.
E vendo os desabafos, percebi que também estou numa fase da vida que me sinto sem rumo, o problema é que em si existe um rumo, só não vejo ele acontecendo da maneira que esperava.
Talvez ser adulto seja isso, passar por paradas complicadas, como a família estar divida, parentes se odiando, termino de relacionamento longo, problemas com o trabalho. Mas em certas horas, parece que ficamos meio fragmentados com tudo isso. Sem saber se um dia sua família vai voltar a conversar normalmente, se você vai arranjar um outro relacionamento que provavelmente complete com seus desejos e ambições e um trabalho bom.
Me vejo com medo do futuro, outras vezes, com vontade de que ele chegue logo, dai no fim me vejo se motivação pro presente, sem falar que a saudade do passado, pesa na consciência me prejudicando ainda mais.
E o pior é pensar, que o que nós afligem passa longe das paradas de muita gente pelo mundo a fora.
Esse é só um comentário de como sinto que minha vida está aos 21. Nada demais, será que ir ao psicólogo faria bem?
Muito obrigado a quem leu e desculpe se não soube expressar bem, mas o sono me deixa lento rs
submitted by luiz785 to desabafos [link] [comments]


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